domingo, 28 de março de 2021


simbólico, exteriorizar o que queremos que nos vá dentro


 


a minha pegada de carnívora sempre foi pequena. Dispensava carne a maior das refeições, mas havia excepções em que me sabia bem, dependendo até do contexto social: do cozido no trabalho, à bifana na feira, do pica-pau com os amigos, do presunto e dos enchidos no evento anual de uma corrida, os grelhados no lanche do desconfinamento, e de maneira genérica sempre que fazia parte  do menu, tudo fora de casa. A unica carne que comprei para cozinhar e já lá vai o tempo foram bifes de perú. Mas resolvi tentar acabar com isso tudo e esta foi a primeira alternativa de lanche do pai nas tardes de desconfinamento... not bad!



 

sábado, 20 de março de 2021

quinta-feira, 11 de março de 2021

 



aqui e ali vi uns corações em macramé que me aguçavam a vontade de fazer eu mesma o meu para simbolizar o que me ia no peito. No dia que me cruzei com este, soube que de todos, era o que pelas mãos de outra pessoa, ia mais ao encontro do que pretendia. Encontrei nele ainda mais simbolismo.
da @BANDUA.CREATIVE.ARTS pela mão de alguém que também admiro e que se reinventou nestes tempos de pandemia.
#coração #rosas #mãe 

sábado, 20 de fevereiro de 2021

sábado, 13 de fevereiro de 2021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

sábado, 16 de janeiro de 2021


... O confinamento obriga a olhar para trás e a descobrir como é lindo o Tejo e lezíria das traseiras da minha casa. 
 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020







 O Natal dos mesmos a mais uns palmos de distância. Na luz das velas o mesmo calor. 

domingo, 8 de novembro de 2020





self-portraits
Há hora de almoço depois de cozinhar, antes de me sentar para comer, decidi trocar o confortável pijama, que uso recorrentemente em teletrabalho, por uma roupa que me fizesse sentir bem, feminina e sobretudo me fizesse sentir eu.

(olá eu...) 




sábado, 3 de outubro de 2020

 
Sábado de manhã... 



manhã se eu nao tivesse, historicamente, ficado a dormir até às 13h. 



quarta-feira, 23 de setembro de 2020






Se à hora de almoço estou na praia, se tenho a lancheira porque agora se evita almoçar por aí... Porque não?! Um pouco formal para uma maioria surfista mas o carpe diem deste instante veio comigo. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020




em tempo de covid, o meu foco pessoal trespassa o vírus que incomoda o mundo e ainda, como que, ironicamente usufruo desta nova condição da humanidade. Posso trabalhar a partir de casa como se trabalhasse no meu local de trabalho, ou trabalho mais ainda pois a tranquilidade de certas horas dá descanso ao corpo para se dedicar ao que for preciso, para além dos intervalos de tempo previstos. Neste mundo à parte, recupero desta e nesta nova condição em que me vejo e descubro todos os dias. O medo é mais que muito, dentro de tudo o que era normal, banal, rotina. O confronto diário entre o o exterior e o interior. Um interior vai desde o periférico ao cerne físico e psicológico daquela que se monitoriza nas sensações que vão e vêm, resultado da intervenção cirúrgica,  e dos pensamentos que se sucedem. A incerteza, que nos cabe a todos revela-se em mim numa consciência que me sufoca. Os meses que passaram já la vão, não faço questão de recuperar a memória do caminho que tem sido, para já está tudo tão vivo em mim que a batalha é o ver, traçar, dar passos em frente, construir outras realidades, criar outros momentos. Esta imagem é o momento do dia em que sinto como que uma pausa, como se olhasse para a frente. Almoço sentada no sofá só para puder ter uma panorâmica mais abrangente deste cenário em que me sinto grata. Grata pelo agora.