sábado, 2 de novembro de 2019

esta foto também sou eu, não pela mão que segura o pássaro mas nas asas que lhe vejo. podia falar do que essas asas são capazes mas ainda não cheguei a esse capitulo...




Sábado de manhã...




feriado de noite...


fui ao pão por Deus à Avó Maria :)


sexta-feira, 1 de novembro de 2019



feriado de tarde...

Quando ao autor explica o que lhe vai dentro quando lê uma das suas autoras eleitas e eu fico confusa porque às tantas  parece que ele descreve aquilo que eu própria sinto quando o leio... peças do puzzle de que sou feita.




feriado de manhã...



sábado, 26 de outubro de 2019



Sábado de manhã...



Dar à mente o que o corpo precisa, cor....
Mimos de sábado a pensar em todos os dias da semana. O foco naquele dia, o de hoje, que o amanhã nem depressa nem devagar mas com vagar. 


domingo, 20 de outubro de 2019




A tentar eternizar mais um pouco o bronze até ao próximo verão, dentro e fora. O espelho de água convidava a um mergulho desses que aprendi a desfrutar nas águas mais frias, aquele momento que à sua maneira também é capaz de despertar as células mais recônditas.




Sábado de manhã ... 




sábado, 28 de setembro de 2019



Sábado de manhã ... 


Sempre ali a oferecer conforto, mas por agora ainda me sabe bem o sol do calção e da sandália... Mas pode chover de noite...


domingo, 22 de setembro de 2019



Sábado de manhã ...
A magicar ideias.



Sábado de noite....
A concretizar ideias de farnéis para a semana.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019



Trabalhos manuais

A estrutura em ferro estava há uns anos no sótão à espera de inspiração e ela chegou numa destas tardes vagarosas de tempo (ou foi o tempo inspirado que a estendeu, mistérios da nossa percepção)
Cortei, colei, cosi...



...tantas quantas as vezes que carregamos nos interruptores são aquelas em que se faz luz e outras tantas que seguimos às escuras....


quinta-feira, 22 de agosto de 2019



De novo a ler Miguel Torga... O que este homem me deixa a sorrir com a inteligência que revela. 



domingo, 4 de agosto de 2019






deixa-te tocar pela natureza...









de visita aos espantalhos de Manhouce, com a felicidade de quem cumpre um desejo já antigo
e uma troca palavras com a D. Isabel Silvestre sem registo fotográfico.




late or light by night






domingo, 14 de julho de 2019







Dei-me conta que publiquei este texto 12 anos e 1 mês antes destes momentos voltarem a fazer parte de um tempo de lazer diário.


terça-feira, 9 de julho de 2019









"O outro partiu, e ele ficou a relembrar a doçura do conselho, a encostar todas as chagas à suavidade daquela ternura" in Novos Contos da Montanha de Miguel Torga

Depois dos Contos da Montanha, enquanto viajo de comboio nesta nova rotina. Colocar a leitura em dia com um autor que me tira dali para a rudeza das personagens em aldeias remotas, cheias da natureza que as cerca, belas e brutas, despidas perante esta que sou ávida daquelas almas em que às vezes descanso a complexidade dos meus próprios sentimentos


segunda-feira, 17 de junho de 2019




Há um ano começava assim o dia. A partir de Braga de seta amarela em seta amarela a concretizar esse desejo de me pôr a caminho. A confiança nas pernas foi atraiçoada pelas dores e bolhas nos pés. Doíam-me até a alma. Sete dias sempre em dor, tudo latejava mesmo quando parava. Os tempos de descanso não foram inspiradores dessa introspecção romanticamente, antes uma meditação focada em encontrar a posição mais confortável para recuperar para o dia seguinte. Ficar quieta a observar os outros, aprender desta observação, por partilha em alguns momentos convívio e outras partilhar com o olhar ou o sorriso o respeito pelo caminho e bolhas de cada um. 
Vivo numa cidade que faz parte de um caminho e hoje, quase um mês depois de ter outra rotina pela manhã, sendo pouco mais de sete horas da manhã encontrei três peregrinos de Santiago. Deu-me aquele aperto, e com os minutos contados para apanhar o comboio desejei-lhes no silêncio das lagrimas "Bom Caminho". Com ou sem pedras, com ou sem bolhas, por etapas chegar a cada destino e conquistar no destino maior este espaço no peito que pertence a cada um e que nos conecta para sempre a todos. Revermo-nos na importância de Ser(mos).


sábado, 15 de junho de 2019



Sábado de manhã...


Neste regresso a casa a tempo inteiro, regressar a como se sabiam verdadeiramente estes momentos.

Pequeno almoço sentada na sala de estar, sem pensar que depois de amanhã já não é assim. 
Em 1996 faziam bom calçado. As mal amadas all star sem cano, hoje são como o vestidinho preto.


quinta-feira, 13 de junho de 2019






Num repente decidi sair de casa, só depois de estar pronta é que me lembrei de ver as horas, afinal tinha acordado às 7h30 e desde então não tinha voltado a olhar para o relógio. Suspirei de um alívio momentâneo pois alguns dos locais onde pretendia ir já estariam abertos. O sol espreitava pelas janelas e não coloquei em causa a roupa que escolhi para sair. Uns metros depois, deslocando-me a pé rumo ao primeiro destino dei por mim a constatar que se calhar tinha saído “à fresca” e no instante seguinte resolvi apreciar a brisa que fazia rodopiar a blusa, qual Marilyn Monroe na mítica foto sobre as grades do metro e foi neste espírito que segui pela cidade a riscar tarefas da minha lista. Porque foi feriado em Lisboa pude passar o dia em casa a desfrutar do movimento da minha pequena cidade. Cumprimentei conhecidos, que me acenaram de forma energética e feliz. Entre tarefas sentei-me num café com cheiro a pão fresco a beber um galão e a comer um bolo como se não tivesse já tomado o pequeno-almoço. Saborear sobretudo aquele momento e reviver da vidraça o passeio onde anos a fio passei rumando a uma escola e outra. Antes de me devolver a casa, resolvi de senhorita entrar numa loja só para distrair a vista e eis que a funcionária resolveu perguntar pela minha mãe. Há muito que não a via mas não se sentia à vontade para perguntar. Não só respondi, como me expus, e nos expusemos das experiencias equivalentes. A funcionária sabia o meu nome porque a minha mãe dizia com frequência “tenho de trazer cá a minha Ana”. Agora sou eu que respiro melhor neste regresso a casa, talvez por isso mesmo porque a levo sempre mais presente na memória do quanto andávamos juntas e gostávamos de circular nesta cidade, como a brisa leve e fresca que hoje me acompanhou.