os Deuses devem estar loucos para me invadir a casa... irem ao frigorifico buscar o chocolate preto e à prateleira das especiarias o frasco da pimenta-rosa... o melhor é deixar tudo preparado sobre a mesa e oferecer-lhes este pequeno manjar... quem sabe se não será este o segredo para uma relação privilegiada com os céus?! não custa tentar... ;)
“(...) A Imagem só pode entrar na corrente da consciência se for ela própria síntese e não elemento. Não há, não pode haver imagens dentro da consciência. Mas a imagem é um certo tipo de consciência. A imagem é um acto e não uma coisa. A imagem é consciência de alguma coisa.” in "A Imaginação" de Jean-Paul Sartre
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
ontem revi o Top Gun e fiquei com saudades de cantar esta musica no carro... com assobio incluído...
Sitting on the dock of the bay - Otis Redding
pode ser um post sobre José Saramago (aqui), sobre o mundo ser pequeno, sobre relógios antigos e/ou outras intermitências...
e uma continuação de um post mais antigo aqui
domingo, 31 de agosto de 2014
o céu estava branco, as arvores no horizonte pareciam sombras chinesas e o sol despertava por cima das suas copas contrastando na sua silhueta laranja fogo. Havia um leve esfumaçado branco sobre a restante vegetação, um nevoeiro que se sentia sobretudo nas minhas mãos que teimavam em manter-se frias pelo que tive necessidade que as abrir e fechar várias vezes para ver se aqueciam. Foi assim que eu e a P. madrugamos a correr na estrada do campo.
A meio do regresso já os olhos vinham semi-serrados pela luminosidade radiante que nos envolvia. O treino valeu 26km duros, pois a P. à semelhança da V. tem uma passada larga e gosta de puxar. Felizmente recuperei rapidamente daquele cansaço e a manhã que recomeçou às 9h30 voou entre combinações para o almoço e dois convites para passar a tarde na piscina.
Tal como uma criança, queria era despachar o almoço com qualquer coisa leve para garantir uma tarde dentro de água. Não foi qualquer coisa, foi convívio e comidinha boa. Depois foi juntar tudo numa só piscina, aquela com uma linda vista para a lezíria e cochilar um bocadinho na espreguiçadeira deixando a digestão fazer o seu trabalho. Para potenciar a resiliência do corpo e alma do dia quente e esforçado vieram os mergulhos. Mais uma vez na companhia da P., da amiga-de-ultima-hora G. e outros. A G. não tarda a estar a 1700km de distância, já sinto saudades, sobretudo da leveza e seriedade das conversas desprovidas de tantos artefactos inúteis. Coração e razão misturam-se numa harmonia boa e viciante e difícil de encontrar. Mas da experiência de saber que existe, e com jeito, retira-se o alento que é preciso para continuar, afinal, permanecemos-sempre-por-aqui.
Chegado o momento de dar mais espaço às saudades dos outros e para não sair de cena de qualquer maneira, desci do planalto a todo gás para a casa da avó Maria... e com a precisão daqueles que batem à porta na hora da refeição, foi só puxar de mais um prato e saborear a bela jardineira e a frutinha madura. A avó também tem convites e tava programado um tête-à-tête na varanda da prima Olímpia e do primo Reinaldo. Colei-me, pois estava a apetecer-me participar e claro com a novidade da minha presença monopolizei os diálogos. Eles gostam da lufada de ar fresco, de ver os aviões a piscar nas suas trajetórias estratosféricas, de relembrar, de partilhar, de ensinar e eu gosto deles. Antes do regresso a casa, mais uma pausa na cozinha da avó que sugeriu um geladinho... aliás, o segundo do meu dia, o primeiro foi o silver com marc de champagne da magnum que é uma delícia...
já no sossego de casa e de pijama, não posso dizer que o dia não me tenha continuado a mimar com conversa e desafios... até finalmente render-me ao peso das pálpebras.
ainda sobre a sexta na capital:
uma nota relativa a dois policias a quem pedimos
uma informação e que para além de nos terem respondido, aludiram à
longa distância sugerindo em alternativa o transporte do subsolo, e não
satisfeitos com o descrédito na nossa capacidade de nos fazermos às longas
distâncias pelas nossas próprias pernas, acrescentaram que
caso insistíssemos em fazê-lo pela superfície iriamos encontrar
um conhecido centro comercial pelo caminho... "As senhoras costumam gostar
de...". Ora bem, eu não tinha ar de quem se desloca muito a pé, mas tinha ar de quem delira a romper solas no centro comercial num belo dia de sol...
comecei por escrever esta nota para os policias mas a verdade é que aqueles
homens não têm culpa daquilo a que os acostumaram, a nota vai antes para o
momento em que olhamos umas para as outras e sem qualquer margem para
hesitações assentimos em ir a pé!
sábado, 30 de agosto de 2014
29/08/2014
foi
uma combinação tão imprevisível, que quando o relógio despertou às 6h30,
senti-me muito confusa. Não sabia porque raio o tinha posto a despertar. Antes
de me lembrar da real razão, ainda me questionei se havia combinado correr com
alguém (?!). Não, não era para correr, era o resultado de um convite de ultima
hora para passear (da amiga-de-ultima-hora) e ao qual respondi que sim. Saí de
casa para ir até à capital caminhar pausada-e-descontraidamente mais de 15km
distribuídos pelas onze horas e trinta minutos que por lá me detive.
Lamentavelmente levei a máquina fotográfica sem cartão, pelo que os registos
fotográficos são escassos. Independentemente do quê, é na memória que vão
perdurar as imagens de um dia muito bem passado na companhia de amigos.
Fomos turistas, fomos guias, conversamos e rimos de forma especialmente bem
iluminada pela linda luz da capital. A G. foi o motivo de ali estarmos, e foi
por ela, que depois do agradável e saboroso almoço no pátio interior da "A
Pousadinha" (Rua Luciano Cordeiro Nº 46), a J. se juntou a nós (G. e N.) e nos reorientou num roteiro urbano ainda mais imprevisível do que
não havíamos imaginado. Entre
outras preciosidades foi dia de inspirar nos jardins da Gulbenkian,
de amarar no Terreiro do Paço, e na margem requalificada, refrescar no
Miradouro do Adamastor, brindar à Ginjinha no Largo de S. Domingos e comprar especiarias no Martim Moniz...
Obrigada!
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
o melhor do meu dia...
e outra amiga que surgiu à ultima da hora...
e outra amiga que surgiu à ultima da hora...
receber um convite às 8h para ir correr com ponto de encontro no jardim de ontem, e puder dizer que sim a uma amiga que julgava estar a 1700km de mim...
depois de ontem ter me recordado bastante dela durante o passeio no jardim, pois a ultima vez que lá tinha estado no Verão passado, foi com ela e de sem saber ela também estava lá, na esplanada do café à conversa com um amigo em comum que vi estar acompanhado por uma pessoa (de costas)..., nem o fui cumprimentar e afinal era ela...
... ai eu e os encontros e desencontros da vida... :p
ontem passeio com a amiga de palmo-e-meio
- Ana, posso tirar fotografias?!
- Podes!
e entre outras foi vê-la a tirar selfies...
terça-feira, 26 de agosto de 2014
há muitos mais aGostos, e continuarão a surgir perceptíveis nas minhas partilhas. Este foi um exercício engraçado de agrupar alguns assim em duas mãos cheias de cada vez.
Acrescento só mais um aGosto, um daqueles que é para a eternidade...
gosto ∞
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
não, não resolvi trocar as
corridas e a bicicleta por outra modalidade desportiva. Esta foi uma maneira de
passar o sábado à noite e assistir pela primeira vez a um evento de supercross.
Apesar de não perceber nada desta matéria a verdade é que tratando-se de uma
final do campeonato a nível nacional se esperava uma competição de nível mais
elevado. O único senão é que estava um pouco de frio mas com o decorrer das
provas lá se foi aguentando com o calor das emoções. Na prova dos infantis, achei por bem torcer
pela única menina (tão querida!), já nas restantes provas foi-me um pouco
indiferente, para mim que foi tudo novidade, foi uma noite diferente e bem
passada e acho que ganhou o melhor!!
domingo, 24 de agosto de 2014
o melhor momento do dia da passada segunda-feira podia ser aquele em que descobri/li este texto:
"esta coisa de amar está-nos sempre a pregar rasteiras. não daquelas que
magoam, mas daquelas quase brincadeira, que nos abanam e fazem soltar um riso:
- oh, parvoíce, nem te estava a ver e tu aqui a minha frente!! porque, ás
vezes, não vemos o óbvio e tropeçamos: deixamo-nos acomodar e não conseguimos
perceber a evolução, a mudança, as novas formas de mostrar o que se gosta, o
quanto se quer. mas é precisamente essa mudança que torna um amor mais forte:
não é o mantermos sempre os mesmos rituais, a mesma forma de dizer amo-te. é
precisamente o contrário que mantém a chama acesa: o haver sempre uma maneira
nova de mostrar, de sentir, uma maneira nova de ser feliz. de fazer, quem
queremos, feliz.
não há nada pior do que tornarmo-nos previsíveis no amor. podemos saber com o que contamos, isso é bom. devemos saber como o outro vai reagir, isso é bom. mas nunca é bom ter ao lado alguém previsível. é bom ter uma base que nos sossega, mas perfeito é ter um topo que nos deixa sempre ansioso: sempre na expectativa de uma pequena surpresa, uma pequena foto, uma mensagem, uma taradice nova, um gesto inesperado. que nos tolda - de emoção, de desejo, de riso, ou simplesmente de carinho. é por isso que não gosto dos GPS. porque gosto de conhecer o mapa da estrada, mas prefiro deixar ao acaso a escolha do caminho. maravilhosas as ruas que descobri sempre que me perdi. como maravilhosos todos os momentos imprevisíveis entre chegares a casa e adormeceres no quarto. porque o mapa é sempre o mesmo, mas todas as noites o caminho é diferente. é novo.
às vezes jantamos, outras vezes apenas bebemos. às vezes passamos horas a ouvir musica, outras vezes apenas contamos o dia-a-dia. às vezes lemos os nossos textos. e rimos. e choramos. às vezes fazemos amor louco, outras vezes namoramos à janela como dois adolescentes tontos. as vezes adormecemos num filme, outras vezes acordamos os vizinhos com o nosso filme. às vezes o suor toma conta de nós. outras vezes apenas o cansaço nos tolda os braços.
mas seja qual for o caminho, sabemos sempre para onde vamos: o sossego no outro. no trajecto há sempre uma forma nova de querer - no sorriso, no abraço, na companhia, no corpo. todos os dias diferente. imprevisível. mas é o fim - o sono junto - que nos traz a paz no outro. como tão bem me explicaste ontem, não precisamos de gps, nem de trajectos marcados, nem de linhas traçadas, para chegar aqui. porque amar de verdade é isso: é ter a confiança, a certeza, a vontade férrea, de, qualquer que seja o caminho, sabermos sempre o destino: o nosso sono junto. tu, no meu peito, feito porto. eu, na tua mão, feita âncora…"
não há nada pior do que tornarmo-nos previsíveis no amor. podemos saber com o que contamos, isso é bom. devemos saber como o outro vai reagir, isso é bom. mas nunca é bom ter ao lado alguém previsível. é bom ter uma base que nos sossega, mas perfeito é ter um topo que nos deixa sempre ansioso: sempre na expectativa de uma pequena surpresa, uma pequena foto, uma mensagem, uma taradice nova, um gesto inesperado. que nos tolda - de emoção, de desejo, de riso, ou simplesmente de carinho. é por isso que não gosto dos GPS. porque gosto de conhecer o mapa da estrada, mas prefiro deixar ao acaso a escolha do caminho. maravilhosas as ruas que descobri sempre que me perdi. como maravilhosos todos os momentos imprevisíveis entre chegares a casa e adormeceres no quarto. porque o mapa é sempre o mesmo, mas todas as noites o caminho é diferente. é novo.
às vezes jantamos, outras vezes apenas bebemos. às vezes passamos horas a ouvir musica, outras vezes apenas contamos o dia-a-dia. às vezes lemos os nossos textos. e rimos. e choramos. às vezes fazemos amor louco, outras vezes namoramos à janela como dois adolescentes tontos. as vezes adormecemos num filme, outras vezes acordamos os vizinhos com o nosso filme. às vezes o suor toma conta de nós. outras vezes apenas o cansaço nos tolda os braços.
mas seja qual for o caminho, sabemos sempre para onde vamos: o sossego no outro. no trajecto há sempre uma forma nova de querer - no sorriso, no abraço, na companhia, no corpo. todos os dias diferente. imprevisível. mas é o fim - o sono junto - que nos traz a paz no outro. como tão bem me explicaste ontem, não precisamos de gps, nem de trajectos marcados, nem de linhas traçadas, para chegar aqui. porque amar de verdade é isso: é ter a confiança, a certeza, a vontade férrea, de, qualquer que seja o caminho, sabermos sempre o destino: o nosso sono junto. tu, no meu peito, feito porto. eu, na tua mão, feita âncora…"
retirado daqui
aGosto #100#
de descobrir
coisas boas
do livre
arbítrio
de conseguir dizer o que me vai na alma
de amar
da avó
de ser feliz
de ti
da vida
das loucuras
que acabam bem
de mousse de
chocolate com pedacinhos de noz
anda puxa uma cadeira, põe as pernas ao sol e a cabeça à sombra...
hoje, no regresso de casa da avó (eu na bicicleta), às tantas coloca-se ao meu lado um senhor dizendo que o meu veiculo fazia menos barulho e não gastava gasolina... eu, achei-o com um ar castiço e vai de lhe responder que sim, e que era mais amiga do ambiente. olhei bem para o que ele conduzia e reparo que se tratava de um vespa antiga e bem estimada. acrescento "ah mas essa é muito mais gira" e vai daí até à rotunda onde nos separamos foi-me contando a história da sua Vespa com mais de 50 anos e na qual já não andava há mais de um ano... ele há momentos muito singulares.
sábado, 23 de agosto de 2014
sábado de manhã...
talvez esta foto não seja a melhor, mas também não sei qual seria a forma mais adequada de retratar o que mais me impressionou hoje de manhã. depois das ultimas três semanas sempre a acordar com uma dorzita aqui e ali, mais ou menos gelo, mais ou menos pomada, parecia que já não vivia sem aquele kit de primeiros socorros e hoje depois do treino de ontem nem uma dor, nada... nada, impressionante o corpo humano!!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
esta musica:
ed sheeran - i see fire
a fazer lembrar a sonoridade desta cantora que gosto de ouvir:
tracy chapman - less than strangers
vamos lá descobrir o senhor...
mais rápidas do que a própria sombra?!... humm talvez não...
(6:32 - 9:18) eu e a minha "madrinha de baptismo" dos meus primeiros 30km em estrada.
o balanço é positivo, ainda estava escuro quando partimos e amanheceu fresquinho, só dependia das pernas e estas apesar de algumas dores aqui e ali aguentaram-se à bronca durante as 2h46min :)
aGosto #90#
de fotografias
dos cozinhados do meu pai
de restaurar mobília
de restaurar mobília
de dançar sem ninguém a ver
do cheiro do calvin klein one
de gestos de confiança
de ver o arco-íris
de cantar no carro
de estimar
de relógios de pulso antigos
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
- - - - - - - - - algodão para alinhavar - - - - - - - - -
in Cartas a um jovem poeta
de Rainer Maria Rilke
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
ao arrumar a gaveta onde guardo as luvas
esquerda - par de luvas feitas pela minha mãe e que as usou durante muitos invernos antes da era das luvas com dedos de malha elástica
direita - par de luvas do pai. tenho mais memórias delas guardadas numa gaveta onde eu as ia buscar para brincar, mas ainda me recordo de o ver conduzir uma (da três) Renault 4L que tivemos com elas.
aGosto #80#
de caminhar na praia com a
maré vazia
de acreditar
do cheiro a peixe assado nas
ruas estreitas da nazaré
de fruta madurinha
de legumes para lá de cozidos
de ter a casa arrumada
de cachecóis/lenços
de momentos
de vestir jardineiras
da imprevisibilidade
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
sobre abrir páginas ao acaso dos livros: dantes entrava numa livraria, deambulava ao mesmo tempo que ia lendo os títulos das lombadas à espera que um livro "me escolhesse", o namoro passava então por abrir uma página ao acaso e ler, e, fosse tudo assim tão simples, era levar para casa ou voltar para a prateleira. A primeira vez que entrei numa livraria depois de ficar sem a minha mãe, coisa que aconteceu já tinha passado algum tempo, deambulei, talvez ainda um pouco mais perdida nas memórias e sem saber muito bem se na verdade me apetecia estar ali, onde antes era sempre motivo de boa disposição, muitas vezes com a minha mãe a tomar nota num bloco das minhas preferências para me oferecer posteriormente um livro no meu aniversário e/ou na Pascoa e/ou no Natal. Nesse dia chamou-me a atenção a capa do livro "Livro do Desejo" e o facto de ser do Leonard Cohen. Tratava-se de uma compilação de poemas do cantor. Abri numa página ao acaso e...
My moher isn't really dead.
Neither is yours.
I'm so happy for you.
You thought your mother was dead,
And now she isn't.
What about your father?
Is he well?
Don't worry about any of your relatives.
Do you see the insects?
One of them was once your dog.
But do not try to pat a ant.
it will be destroyed by your awkward affection.
the tree is trying to touch me.
It used to be an afternoon
Mother, mother
I don't have to miss you anymore
Rover, Rover, Rex, Spot,
Here is the bone of my heart.
sábado, 16 de agosto de 2014
aGosto #70#
de (re)lembrar
de iogurtes (tutti-frutti da agros)
de plantas
de olhar para as mãos (minhas
e dos outros)
do cheiro a café
de praias fluviais (prado, malheira,
poço negro, p. azul…)
do norte
de abrir uma página ao acaso de um livro e ler
da minha almofada
de calçar as minhas botas todo-terreno
sábado de manhã...
Ver a Jessica Augusto a ganhar o 3º Lugar na Maratona Feminina do Europeu de Atletismo em Zurique. Valente!! Muito bom!!
e ver a 1ª parte da repetição deste programa e chorar baba e ranho com o testemunho dos atletas... hoje é isto
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
padrão repiscado para o meu verão...
a recordar a prenda de um conjunto de amigos mas escolha de uma (ainda hoje) grande amiga...
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
aGosto #60#
de amoras
do meu periquito “Trevi”
do meu peixinho “Peixinho” (!!)
de nunca acordar de mau humor
de pintar
de me sentir agradecida
de nadar
de conversar
de inventar bolos
de me desenrascar
de me desenrascar
terça-feira, 12 de agosto de 2014
uma noticia (triste) fez-me lembrar de algo que eu também gostava, filmes sobre o Vietname, como este. Hoje não ligo a séries, quando falam de temporadas disto e daquilo ausento-me mentalmente, mas já fui menina para devorar esta.
aGosto #50#
de andar de bicicleta
de ver duas crianças a andar
na mesma bicicleta
de arrumar o frigorifico
de arroz
de acampar
de acampar
de viajar (de mochila às
costas)
de estar longe
de rir de...
de rir com...
de amizade
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
1. pela manhã 21km para as meninas que não gostam de calor, 26km para os meninos que gostam
2. pela noite a super lua
e de "O Carteiro de Pablo Neruda" que levei anos para ler, do qual já disse o que mais me interessa é que tenha sido agora o momento certo, pois foi lido em quatro tempos e sobre o ultimo passa pouco mais que uma hora... e é deste que sai uma frase para o dia de hoje e para o mais que possa vir, escolheu-a Don Pablo:
"...A l´aurore, armés d´une ardente patience nous entrerons aux splendides villes. Ao amanhecer, armados de uma ardente paciência, entraremos nas esplêndidas cidades."
3. e agora vou estar por aqui
3. e agora vou estar por aqui
sábado, 9 de agosto de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)












